August 22, 2017
Eduardo
Arantes

Gerenciamento de APIs não é só uma bela roupagem

Neymar assinando seu contrato com o PSG.

Agosto de 2017 foi marcado pela mega transação futebolística do jogador brasileiro mais badalado do momento. Neymar deixou o Barcelona rumo ao PSG por uma quantia impressionante de dinheiro, tornando-se a maior transação financeira da história do futebol mundial. Até aí nada demais em relação a um esporte tão aclamado que os clubes tentam demonstrar sua força e poder constantemente, mas o que realmente chamou a atenção das pessoas foi a cena da assinatura do novo contrato. Neymar estava com uma camiseta regata do Batman, dessas que se compram em lojas convencionais de roupas, o que gerou inúmeros comentários de diversas perspectivas, tais como:

_ Tinha que ser moleque mesmo! No maior contrato da vida, nem pra se vestir certo._ Coisa de gente mimada que acha que pode fazer o que quer.

Porém, um desses comentários chamou muito a atenção:

_Se você é bom no que faz, pouco importa o que você está vestindo. Pagaram esse dinheiro pelo talento dele, não pelo que veste.

E isso é a mais absoluta verdade. Estamos acostumados a achar que uma bela roupagem vai deixar a gente mais apresentável e nossas falhas passarão despercebidas, e é esse ponto que queremos discutir aqui. Sua infra de TI não pode apenas ter essa bela roupagem, ela precisa ser como o Neymar, reconhecida pelos seus talentos e potenciais, não pelo que dizem sobre ou como se apresenta.Por isso é de extrema importância, e urgência, que sua empresa revisite sua arquitetura de TI e saiba como estão os consumos de serviços. São escaláveis? Como eles se adaptam às novas regras de negócios? Qual a facilidade da implementação de um novo produto ou modelo de negócio?Vejamos o caso de sistemas legados: Aquele conjunto de informações ricas e serviços que foram construídos ao longo dos anos não podem ser dispensados e reescritos do zero. Pensando como um time, legados atuam de maneira pesada, pouco escalável. É como ter um time todo em função de apenas um jogador: ele resolverá as partidas da maneira menos eficiente possível, e se esse seu jogador se machuca, o time inteiro fica perdido em campo.Existem diversas alternativas para isso, algumas empresas são mais conservadoras a ponto de não querer alterar esse modelo, mas as empresas que realmente caminham para se tornarem digitais já estão se movimentando para solucionar essa situação. Uma das alternativas é a adoção de uma estratégia de Microserviços, que, de grosso modo, traz uma nova granularidade para seus serviços. Basicamente tira a dependência do principal jogador do time, e passa a explorar talentos individuais que podem ser trabalhados de maneira paralela de acordo com as necessidades.

O Brasil na Copa era um sistema legado e a Alemanha uma arquitetura de Microserviços

Por exemplo, o Neymar, por mais que faça gols, não consegue resolver o problema da zaga que está sendo acionada constantemente. Mas como o time todo é em função do Neymar (monolito), fica extremamente trabalhoso resolver os problemas da zaga - que são dois ou três jogadores com características e necessidades distintas -. Fazendo o paralelo com microserviços, a estratégia aqui é desprender esses jogadores e trabalhar cada talento individualmente, fazendo com que cumpram suas funções de maneira eficiente, e que direcionem o time todo para o mesmo objetivo. E se algum deles se machucar? Não tem problema, os outros continuam a partida do mesmo jeito até que ele volte a campo. Isso é ter um time talentoso, ou melhor, uma arquitetura de TI talentosa. A entrega para seu cliente ficará muito mais rica e com garantias de funcionalidades que certamente serão percebidas.Estamos falando aqui de revolucionar a maneira como sua empresa funciona, tanto internamente quanto externamente. Ter essas garantias de serviços funcionais agregam valor para sua entrega, impactando em outras frentes diretamente. O seu branding deixa de ser um esforço de marca, e passa a ser algo quase natural à sua empresa, totalmente alinhado ao seu propósito de negócio.

Gerenciamento de APIs habilitando estratégias de Microserviços

Hoje as tecnologias estão a serviço das empresas. Não há mais a necessidade de trabalhosos e cansativos desenvolvimentos internos de soluções, que levam meses até serem concluídos - já falamos disso nesse artigo aqui -. As opções são inúmeras, e o melhor de tudo, são SaaS em sua grande maioria. Ter uma estratégia de APIs é fundamental para evidenciar todo o talento da sua empresa, e a implementação de uma estratégia de microserviços passa por ela.Em linhas gerais, uma camada de APIs no seu legado pode acionar cada serviço para ser reescrito de maneira individual, fazendo com que ele seja desacoplado e independente. Direcioná-los para cloud passa a ser uma opção bastante viável, uma vez que você tem total controle do consumo, e a possibilidade de desligar individualmente em momentos que não estão sendo usados, ou que precisam de correções ou atualizações. Esse assunto já abordamos anteriormente em nosso blog, você pode conferir um pouco mais no artigo Arquitetura de Microserviços habilitando APIsUma Plataforma de Gerenciamento de APIs se torna essencial nesse processo para controle dos chamados e estatísticas de consumo das suas APIs. E é através dela que todo o talento da sua infra de TI será extraído e evidenciado para seu público, seja seus clientes, desenvolvedores parceiros ou na implementação de novos modelos de negócios no mercado.A Sensedia é especialista em APIs e Gerenciamento de APIs com a plataforma Sensedia API Management, líder na América Latina e reconhecida internacionalmente por consultorias como Gartner e Forrester. Fomos responsáveis pela habilitação dos maiores marketplaces do Brasil, e pelas estratégias digitais de empresas como Bradesco, SulAmérica, Natura entre outras gigantes nacionais.Acesse nosso Webinar sobre Microserviços ou entre em contato com a gente para saber mais sobre Estratégias de Microserviços e Estratégias de APIs para sua empresa.[activecampaign form=62]

Obrigado pela leitura!

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