Open Health
5
min of reading
May 17, 2022

Entenda o conceito de interoperabilidade de sistemas para a área da saúde no Brasil

Hecktor Colombo
Content Creator
Marketing analyst. Specialist in content creation for blog, social networks, websites and journalistic text producer. Majoring in Marketing and Journalism at Estácio de Sá, in Rio de Janeiro
More about the author

Um dos pontos de maior destaque dentro da jornada de digitalização do mercado é o conceito Open, iniciado no país pelo Open Banking e que caminha a passos largos rumo ao Open Everything. Por isso, a discussão sobre como dar o primeiro passo rumo ao Open Health no Brasil está cada vez mais em alta, tanto no governo quanto nas demais esferas da sociedade.

Você ainda se lembra de como era sua experiência na área da saúde antes da pandemia da Covid-19? Se compararmos os últimos dois anos, que foram de urgência em solucionar situações sem precedentes, com a realidade atual, é possível observar melhorias em opções de atendimento, consultas e até para conseguir resultados de exames. 

A necessidade proporcionou uma onda de avanços no setor que representam apenas o início de uma modernização que promete trazer mais conexão e troca de dados entre empresas x usuários e empresas x parceiros.

Dessa forma, levando em consideração a tendência de universos cada vez mais abertos e integrados, podemos questionar como preparar a área da saúde para o modelo de ecossistemas interligados e de que forma as estratégias digitais poderão ser vistas, na prática, dentro da rotina do setor.

Continue a leitura e saiba como esta evolução fará você chegar até o Open Health!

Primeiro passo rumo ao Open Health no Brasil: interoperabilidade

Apesar do Open Health ainda não possuir uma regulação bem definida e estruturada pelo Ministério da Saúde, isso não significa que as empresas de saúde não possam, desde já, focar no que é necessário para a preparação do seu negócio. A hora é agora!

Pensar na abertura de dados no setor da saúde significa se preparar internamente para que o resultado das ações seja refletido nas necessidades dos pacientes. Esse momento de inovação se relaciona diretamente à prática de Customer Experience, com uma jornada personalizada conforme as informações de cada usuário.

Por outro lado, a coleta, processamento, registro e busca por informações fazem parte do cotidiano dos profissionais da saúde. Neste contexto, a interoperabilidade de informações é essencial para o melhor desempenho e práticas internas da área como um todo.

Por isso, a chave para começar a abrir portas rumo ao Open Health é entender como estão organizados os sistemas internos da companhia e qual a melhor solução para deixar seus dados mais interoperáveis

E para definir uma boa estratégia digital e desenhar sua de preparo ao universo open, você deve entender como o papel das APIs para a modernização da sua empresa é essencial

Como as APIs habilitam sistemas interoperáveis

Além dos avanços iniciais citados anteriormente, as APIs dentro desta jornada de modernização trazem ainda mais benefícios tanto para quem vive a rotina de trabalho quanto para quem faz uso dos serviços e ofertas da saúde. 

Nesta fase de interoperabilidade, o uso de APIs é essencial para gerenciar e otimizar as trocas de informações entre as instituições de saúde com mais segurança e para acelerar o desenvolvimento de novos serviços e produtos. Para que isso aconteça, é fundamental que os dados e sistemas internos de uma única instituição "conversem" entre si.

Com os sistemas internos já integrados, as possibilidades de evolução passam a alcançar outros níveis de digitalização, tanto para a experiência do paciente quanto para a obtenção de vantagens no negócio, como:

  1. análise dos sistemas, permitindo um panorama instantâneo do setor de saúde; 
  2. fácil acesso para o médico ao histórico do paciente (não será necessário transportar exames laboratoriais, laudos médicos, atestados e prescrições médicas a cada consulta);
  3. economia para os sistemas de saúde e para os pacientes, ao proporcionar mais rapidez e precisão nos diagnósticos.

A transformação digital na área da saúde não deve ser vista apenas como uma ferramenta para a permanência no mercado e sim como uma oportunidade de ampliar ofertas, democratizar o acesso a um sistema de saúde completo e evoluir os processos de quem trabalha neste setor. Por isso que saúde e tecnologia devem andar sempre lado a lado.

A Sensedia já habilitou diferentes empresas em movimentos “Open” - com o Open Health não será diferente. 

Sendo assim, pensando em trazer o máximo de conteúdo e conhecimento em cima desta perspectiva do Open Health, você pode acessar nosso eBook completo e gratuito, basta clicar aqui.

Thanks for reading!