Digital Transformation
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April 5, 2023

Como as APIs habilitam a transformação digital na saúde

Willian Pereira
Content and Communication Analyst
Journalist and content creator for websites, blogs, social media and other digital channels.
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A tecnologia está transformando a maneira como cuidamos da saúde. Desde registros eletrônicos até dispositivos médicos inteligentes, como monitores de saúde wearable. Essa evolução no setor ajuda a proporcionar cuidados mais precisos e personalizados aos pacientes. Além de elevar a maturidade de inovação nas operações em hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios etc. 

Habilitar uma jornada de transformação digital na saúde só é possível graças às APIs, que são as responsáveis por integrar sistemas, automatizar processos e tornar um setor cada vez mais interoperável.

Para pacientes, é a possibilidade de acessar informações importantes sobre sua saúde e bem-estar em tempo real, como resultados de exames, histórico médico, agendamentos de consultas, entre outros. 

Para os profissionais de saúde, as APIs ajudam a automatizar processos e fluxos de trabalho, economizando tempo e permitindo que o foco de atenção seja no atendimento ao paciente.

Estratégias de negócios habilitadas por APIs

O uso de APIs para expor as funcionalidades dos sistemas legados, possibilita disponibilizá-las e combiná-las com microsserviços, permitindo que sejam consumidas facilmente por outros sistemas.

Através de uma plataforma de APIs, podemos disparar ações coordenadas entre diferentes sistemas para consultar, criar, atualizar e excluir informações, assim como transformar os dados para vários formatos (como a especificação FHIR).

A exposição das APIs pode ser implementada de acordo com 3 estratégias:

  • APIs fechadas ou privadas: são usadas para integrações internas entre sistemas dentro da organização. Proporcionam melhorias nas operações internas, redução de custos e maior flexibilidade.
  • APIs restritas: são usadas para integrações restritas entre sistemas de uma organização com parceiros específicos. Possibilitam ampliar a oferta e agregar valor aos serviços, combinando funcionalidades de sistemas da organização e de seus parceiros.
  • APIs abertas ou públicas: são usadas para disponibilizar publicamente dados e funcionalidades. As Open APIs permitem que desenvolvedores criem suas próprias ideias de negócio a partir delas, aumentando a visibilidade, abrindo as possibilidades de inovação e, consequentemente, novos negócios.

Por que usar uma plataforma de gerenciamento de APIs?

A adoção de uma plataforma completa de gerenciamento de APIs dispõe de ferramentas que apoiam o design das APIs (mocks, smart design, múltiplos ambientes de produção e teste) e o controle da exposição (lifecycle, versionamento, Analytics), proporcionando entregas mais rápidas pelos desenvolvedores. Além de suportarem nativamente o padrão FIHR, como é a API Platform da Sensedia.

A exposição por meio de um API gateway aplica padrões modernos de segurança (oAuth, criptografia, spike arrest, entre outros), de otimização da performance (caching, controle de quotas etc) e transformações de dados (permite operação transparente, transformando os dados para diferentes padrões de acordo com a interface).

Além das features para design, exposição e governança, também são fundamentais as ferramentas para engajamento, como o Dev Portal, para estimular o uso efetivo das APIs pelos usuários e colher feedbacks para melhoria contínua.

Em um Dev Portal, você tem à disposição toda a documentação das APIs, exemplos de código, arquivos para download e SDKs, ambiente sandbox para testes e um fórum para auxílio e troca de informações.

Na implantação da Sensedia API Platform, a hospedagem pode ser on-premise, isto é, dentro do ambiente de TI da organização, ou também pode ser feita 100% em Cloud ou no modelo híbrido. Além disso, a utilização de uma plataforma de API Management favorece a implantação de uma arquitetura de TI baseada em microsserviços.

Por que uma arquitetura de microsserviços?

Implantar uma arquitetura baseada em microsserviços significa abstrair funcionalidades de sistemas monolíticos em serviços menores, que podem ser consumidos como componentes por outros sistemas. Isso pode ser feito sem impacto no backend ou partindo de uma estratégia API-First.

Em uma arquitetura de microsserviços, os serviços são trabalhados de forma independente, sem comprometer o resto do sistema. Isso facilita o isolamento de falhas e promove maior segurança e disponibilidade: se um microsserviço falha, os outros continuam operando.

Além disso, a abordagem de microsserviços agiliza a entrega de novas funcionalidades, possibilita o reuso de componentes, compor serviços com maior flexibilidade e proporciona melhor escalabilidade.

A Sensedia possui a expertise necessária para tornar a saúde mais digital, conectada e aberta. A empresa é reconhecida pela Forrester Wave como líder em soluções de gerenciamento de API, além de contar com diversos clientes da área da saúde que já colhem resultados de uma estratégia baseada em APIs.

A Unimed Vale dos Sinos é um exemplo, que com a ajuda da Sensedia melhorou a experiência do paciente. Clique aqui e confira

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