Segundo Michael Blechar, analista do Gartner, as empresas que possuem iniciativas de reúso de ativos de software podem aumentar sua produtividade, qualidade e agilidade em, pelo menos, 5 vezes. O cerne dessa iniciativa está na possibilidade das equipes de projeto localizarem e reutilizarem os ativos anteriormente desenvolvidos e validados.
O reúso de software oferece vários benefícios para a empresa: economia, agilidade, qualidade e eficiência. Mas o planejamento estruturado é fundamental para evitar frustrações e re-trabalho na reutilização de ativos de software. É importante também entender os desafios dessa abordagem, que muitas vezes requer uma reestruturação na área de TI, envolvendo adaptação de diferentes setores da empresa incluindo organização e pessoas, processos e políticas e a adoção de novas tecnologias e ferramentas.

Organização e Pessoas:
A implantação de práticas de reúso de ativos de sofware requer mudança de cultura, visando o desenvolvimento através do reúso e voltado para o reúso. Muitas vezes, a adaptação requer direcionamento corporativo e patrocínio executivo. É preciso um plano de comunicação bem estruturado, motivar as equipes de projeto a gerar componentes de uma maneira que eles possam ser facilmente encontrados e reutilizados, buscar ativos já existentes antes de desenvolve-los novamente alem da capacitação das equipes envolvidas.
Processos e Políticas:
Também surgem novos papéis ligados à adoção de CBD (Component-based Development), como a administração, desenvolvimento e suporte a componentes.
Os processos voltados para reúso incluem:
- Cuidado nas etapas de modelagem de componentes e serviços;
- Verificação do que já existe no acervo;
- Publicação dos componentes e serviços criados;
- Uso de métricas que fornecem o percentual de reúso e o RCA (Reuse Cost Avoidance) para medir o investimento e a economia gerada pelas práticas de reúso.
As políticas relacionadas ao reúso incluem:
- Classificação e catalogação de componentes e serviços;
- Controle de mudanças;
- Políticas de incentivos a equipes de projeto para gerar componentes e serviços reutilizáveis e reutilizar os ativos existentes.
É necessário estabelecer uma arquitetura de referência padronizada que favoreça o reúso e a arquitetura orientada a serviços. Como plataformas e linguagens mudam com muita freqüência isso pode dificultar a definição de uma tecnologia padrão. Por outro lado, a busca por “arquiteturas padronizadas” viabiliza o uso de SOA e WebServices, promovendo a constante inovação e uso de tecnologias que se adaptem às novas tendências e demandas do mercado.
Entendendo os desafios e benefícios do reúso de ativos de sofware e da arquitetura orientada a serviços a Sensedia desenvolveu soluções para impulsionar, facilitar e maximizar essas estratégias nas empresas.
O pacote de soluções inclui:






