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25/03/2010
Os investimentos realizados na Arquitetura Orientada a Serviços (SOA, da sigla em inglês), vão crescer até 25% em todo o mundo entre 2008 e 2013, de acordo com a consultoria IDC. O vice-presidente de aplicações empresariais da IDC da Europa Central, Ruediger Spies, afirmou que o crescimento será liderado pelos países das Américas, seguido pela região chamada EMEA, que compreende Europa, Médio-Oriente e África.
A declaração contraria rumores de mercado que diz que os investimentos em SOA teriam chegado ao seu final. Segundo Spies, a crença não poderia estar mais errada. E uma das razões é que a arquitetura é uma das melhores maneiras de proporcionar uma plataforma para implantar computação em nuvem.
Segundo Spies, é verdade o fato de que SOA ajuda no alinhamento entre a tecnologia e as necessidades de negócios. No entanto, a única forma de ter sucesso é pensar no longo prazo. “Arquitetura não é uma coisa simples, é um projeto que deve estar na pauta por alguns anos. O ciclo de vida chega a ser maior que os projetos de ERP, que chegam a durar entre 12 e 13 anos”, diz.
A escolha do arquiteto SOA é um dos pontos cruciais no sucesso da empreitada. O profissional precisa ser experiente, bem aceito tanto pelas áreas de negócios quanto de tecnologia, além de ser capaz de enxergar o valor da arquitetura para os negócios, além de fazer com que a área de negócios entenda as contribuições que SOA pode proporcionar em todas as pontas.
Se bem implantado, a SOA ainda cria uma base para estratégias de gerenciamentos de processos de negócios (BPM, da sigla em inglês), que por sua vez influencia na implantação adequada de cloud computing. “Se a empresa estiver em dia com SOA, terá um caminho desenhado para a arquitetura de processo e a arquitetura de informação, elementos responsáveis pelo alicerce das tecnologias e pela integração das mesmas”.