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Sensedia Insight é o newsletter da Sensedia, empresa especializada em soluções para governança SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) e reutilização de ativos de software. O newsletter oferece informações que incentivam o conhecimento sobre SOA e reúso, divulgando pesquisas, novas tecnologias, entrevistas, tendências e eventos. |
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O que é Granularidade de Serviços?
Granularidade é um tema extremamente importante para arquiteturas empresariais porque tem impacto direto sobre dois dos principais aspectos da orientação a serviços: a composição de serviços de baixo acoplamento e o reúso de serviços individuais em diferentes contextos. Não são os únicos aspectos, mas são os principais. Está diretamente relacionado com o tamanho do serviço. A granularidade de serviço é uma decisão de design ou também pode ser considerada uma decisão de análise de equilíbrio (trade-off), onde os ganhos de um aspecto técnico do serviço na escolha de um design podem significar prejuízos em outros aspectos. A idéia é utilizá-lo como uma escala de medida para comunicar maior ou menor grau de profundidade sobre algum nível de abstração. Esse texto foi escrito por Fábio Rosato, consultor da Sensedia, para o Blog de SOA e pode ser lido na íntegra aqui.
No evento, foi apresentado que a Arquitetura Orientada a Serviços adiciona diversas preocupações no ciclo de desenvolvimento de software. As metodologias mais utilizadas na atualidade não possuem um suporte adequado para o conceito de serviços reutilizáveis. De acordo com Kleber Bacili, o "objetivo dessa apresentação foi explorar as principais disciplinas do desenvolvimento de software à luz do potencial impacto introduzido pela arquitetura orientada a serviços". A Sensedia conquistou grandes dois novos clientes: STP/ Via Fácil e Vivo. Na STP, a Sensedia será responsável pela implantação do repositório de serviços e também pelos serviços de Setup e Operação SOA. Já na Vivo, a empresa será responsável pelas principais definições de Governança SOA e também pelo processo de operação da governança.
O ambiente de TI das médias e grandes empresas tem se tornado mais complexo. Pacotes adquiridos, normalmente com diversas customizações, sistemas desenvolvidos sob medida nas mais diversas linguagens de programação são o pano de fundo da inflexibilidade de TI. Somem-se a isso todas as integrações ponto-a-ponto desenvolvidas para que os sistemas e processos de negócio sejam minimamente integrados e chegamos ao cenário no qual qualquer mudança pode gerar impactos inesperados. Assim como os sistemas, as integrações ponto-a-ponto vêm sendo criadas ao longo de anos e, consequentemente, desenvolvidas a partir de uma série de abordagens e tecnologias diferentes. É muito comum haver integrações realizadas por meio de (i) troca de arquivos em formato texto; (ii) conexões diretas via banco de dados utilizando views, DBLinks e procedures; (iii) troca de mensagens através de middleware especialista para mensageria e, mais recentemente, (iv) invocação de componentes remotos e ainda Web Services, dentro de uma concepção SOA. Para agravar ainda mais o cenário acima, boa parte do conhecimento sobre as integrações existentes está nas pessoas envolvidas em sua criação. Se essas pessoas deixam a empresa, boa parte do conhecimento também é perdido.
Em minha opinião e, na de diversos outros analistas como Joe McKendrick e David Linthicum, a maior parte das pessoas acabou se fixando apenas no título do artigo - "SOA is Dead; Long Live Services" - e não em sua verdadeira essência: a orientação a serviços deve estar presente em todas as soluções arquiteturais que damos e não criarmos projetos gigantes de adoção de SOA pela simples tecnologia. Desfeito o exagero das conclusões ou a interpretação inadequada do artigo original, o recente artigo da Burton Group justifica da seguinte forma:
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