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Sensedia Insight é o newsletter da Sensedia, empresa especializada em soluções para governança SOA (Arquitetura Orientada a Serviços) e reutilização de ativos de software. O newsletter oferece informações que incentivam o conhecimento sobre SOA e reúso, divulgando pesquisas, novas tecnologias, entrevistas, tendências e eventos. |
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Já quando falamos em gerenciamento de ativos de software, podemos citar ferramentas e soluções que promovem a governança desses ativos, aumentando a visibilidade e o mapeamento entre os diversos elementos lógicos do ambiente da empresa, como sistemas, componentes, processos de negócio, frameworks, serviços etc. Como benefício direto, essas ferramentas evitam o re-trabalho no desenvolvimento de projetos, capitalizam trabalhos anteriores em que componentes já desenvolvidos podem ser aplicados em novos contextos, agilizam manutenções por meio de análises de impacto precisas com base nos relacionamentos entre seus ativos, e aumentam a qualidade dos produtos gerados com a promoção de partes prontas e já testadas. Ativos de software: São partes ou elementos de software que se relacionam para entregar o valor de negócio esperado. Exemplos comuns de ativos de software: componentes ou módulos; serviços (muitas vezes usando padrões como WebServices); processos de negócio (muitas vezes em formato BPEL); pacotes ou aplicativos de negócio; entidades canônicas (muitas vezes em formato XML Schemas); rotinas, operações ou procedimentos reutilizáveis em sistemas ou bancos de dados legados; entre outros. Cada um dos elementos citados acima podem ter uma série de metadados/atributos ou documentos para melhor descrevê-los e um aspecto crucial da gestão desses ativos é governar as dependências entre eles.
Na abertura da discussão, a Sensedia irá falar sobre SOA, enquanto que a Progress abordará o tema sobre integrações. Na sequência, o time de consultores das duas empresas lidera a mesa-redonda proporcionando uma troca de experiência entre os participantes. O evento acontece do dia 17 de junho, às 9 horas, na sede da Progress Software Brasil, em São Paulo. As vagas são limitadas e os interessados podem obter mais informações pelo e-mail sensedia@sensedia.com.
A Sensedia anuncia o lançamento da versão 6.2 do Sensedia Repository, solução responsável por governar os ativos de software como serviços SOA, componentes, aplicações, processos de negócio e integrações corporativas, provendo um ambiente colaborativo para a criação, controle, evolução, análise de impacto e reutilização dos ativos. Além de melhorias na escalabilidade, segurança e desempenho, a nova versão conta com novo padrão visual ainda mais simples de usar que permite a customização dos ciclos de vida de aprovações para cada tipo diferente de ativo sendo gerenciado, novos relatórios built-in e a exclusiva capacidade de recuperar automaticamente serviços implantados nos principais barramentos de integração (ESBs) do mercado. “O Sensedia Repository 6.2 é a solução para governança que oferece a maior flexibilidade na definição dos ativos a serem gerenciados e destaca-se também pela abrangência em conectividade e compatibilidade do mercado, ou seja, independentemente de fornecedores, qualquer que seja a orientação da plataforma tecnológica do cliente, a solução da Sensedia dará maior flexibilidade”, afirma José Vahl, gerente de produtos da Sensedia. Novidades do Repository 6.2
Link relacionado: Sensedia Repository Os investimentos realizados na Arquitetura Orientada a Serviços (SOA, da sigla em inglês), vão crescer até 25% em todo o mundo entre 2008 e 2013, de acordo com a consultoria IDC. O vice-presidente de aplicações empresariais da IDC da Europa Central, Ruediger Spies, afirmou que o crescimento será liderado pelos países das Américas, seguido pela região chamada EMEA, que compreende Europa, Médio-Oriente e África.
A declaração contraria rumores de mercado que diz que os investimentos em SOA teriam chegado ao seu final. Segundo Spies, a crença não poderia estar mais errada. E uma das razões é que a arquitetura é uma das melhores maneiras de proporcionar uma plataforma para implantar computação em nuvem.
Segundo Spies, é verdade o fato de que SOA ajuda no alinhamento entre a tecnologia e as necessidades de negócios. No entanto, a única forma de ter sucesso é pensar no longo prazo. “Arquitetura não é uma coisa simples, é um projeto que deve estar na pauta por alguns anos. O ciclo de vida chega a ser maior que os projetos de ERP, que chegam a durar entre 12 e 13 anos”, diz.
A escolha do arquiteto SOA é um dos pontos cruciais no sucesso da empreitada. O profissional precisa ser experiente, bem aceito tanto pelas áreas de negócios quanto de tecnologia, além de ser capaz de enxergar o valor da arquitetura para os negócios, além de fazer com que a área de negócios entenda as contribuições que SOA pode proporcionar em todas as pontas.
Se bem implantado, a SOA ainda cria uma base para estratégias de gerenciamentos de processos de negócios (BPM, da sigla em inglês), que por sua vez influencia na implantação adequada de cloud computing. “Se a empresa estiver em dia com SOA, terá um caminho desenhado para a arquitetura de processo e a arquitetura de informação, elementos responsáveis pelo alicerce das tecnologias e pela integração das mesmas”.
Comentário Antes de comentar a notícia em si, vale uma nota: A importância de SOA é inegável. Se a sigla aparece menos em notícias não é sinal de que seus dias estão contados, e sim, sinal de que está se tornando uma abordagem cada vez mais comum nas áreas de TI das empresas (como dizem os analistas do Gartner, está atingindo o platô da produtividade). A notícia acima cria duas relações importantes: (1) SOA + BPM (essa mais comumente discutida) e (2) SOA + Cloud, tema ainda pouco explorado. Quando se investe em melhoria de processos (1), a utilização de ferramentas para modelar e automatizar é cada vez mais comum. No entanto, muitas vezes quando o processo em questão interage com sistemas existentes e, nesses casos, a existência de uma infraestrutura de serviços ajuda enormemente na rapidez e sucesso do projeto. Já em cloud, temos duas perspectivas: quem provê soluções na nuvem e quem as consome ou utiliza. No primeiro cenário, a existência de uma estratégia de serviços é um diferencial importante, pois é muito comum os clientes precisarem invocar serviçospor meio de uma API. No segundo, o fator mais importante é a governança para que a empresa consiga determinar as dependências entre seus processos e sistemas internos com aplicativos e serviços disponibilizados na nuvem. |
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